sábado, 23 de maio de 2015

Você verá agora parte de uma entrevista cedida por uma profissional da educação

Entrevistada :  Angelita Alves Rodrigues ,38 anos ,  educadora á 12 anos  na rede de ensino publico,com  ensino fundamental e ensino de alfabetização a adultos , na cidade de Goiânia-GO,possui várias especializações na área da educação. Atualmente contribui na formação de crianças com o trabalho de apoio escolar na rede pública de ensino

1.      O que você entende por inclusão, e como se dá essa inclusão na educação?
 R-A inclusão é o ato do recebimento de uma pessoa com diferenças, sabendo compreender e aceitando sem preconceitos.
2.      Quais os maiores desafio encontrado no seu trabalho com inclusão na educação? 
R-A falta de infraestrutura nas escolas uma equipe de profissional capacitado para esse trabalho e uma formação continuada para esse trabalho.
3.      Qual será o caminho mais adequado para a melhoria da educação de inclusão?
 R- O maior investimento com infraestrutura nos espaços escolares, a compreensão da necessidade do aumento do quadro de profissionais como: psicólogos, terapeutas, professor de apoio entre outros e  a capacitação continuada especifica para todos os profissionais envolvidos .

4.      Qual a reação dos pais e alunos quanto a educação continuada?


 R- Os alunos independentes das idades são bem receptivos, interagem com um resultado positivo, sem bullying; já os pais e responsáveis e que ainda precisam ser trabalhados quanto a essa aceitação.
MEU AMIGO DIFERENTE É ESPECIAL


Com o intuito de aceitação das diferenças no meio do recinto escolar e convívio em geral e a diminuição e quebra de preconceito e o fim geral de chacotas e bullying ; criei esse espaço.
Abaixo você vera relato de crianças de 8 é 10 anos de uma entidade não governamental que expressaram suas amizades e convivência com crianças portadoras de alguma diferencia física ou mental.


Para Gabriel (10 anos), ter um amigo especial é muito bom, é uma forma de ajudar alguém. Seu amigo especial anda de cadeiras de roda , mais é normal como todos os outros , brinca estuda e necessita de carrinho e compreensão. 
Esse é o desenho de Marcos (10 anos) e seu amigo; que segundo ele tem deficiência mental ele agride os colegas e baba muito, fica muito nervoso sempre; mais é compreendido por todos que sabem que ele  tem uma especialidade que deve ser ajudado.,joga bola , brinca , se diverte e gosta de se enturmar com todos.



Izabel (8 anos ) relata que sua amiguinha especial e muito inteligente , ela gosta de estar com ela, ela precisa de ajuda de um adulto para fazer determinadas atividades, mais isso não a impede de ser feliz e que todos se diverte ajudando a coleguinha especial.